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Transformação Ágil (4 de 15): como as empresas vem enfrentando essa necessidade de mudança?

Atualmente as organizações mais aptas, e que conseguem desenvolver e aplicar as capacidades necessárias para adaptar-se rapidamente às novas demandas do mercado, são aquelas que nasceram baseadas em estratégias digitais, especialmente as startups. Esses negócios são leves e ágeis por natureza, não possuem vícios e estruturas rígidas, estão fundamentadas em novas formas de pensar e agir, praticam novos comportamentos, são focadas no cliente, usam a tecnologia como alidada, valorizam as pessoas e os relacionamentos, tomam decisões com rapidez e entendem que mudar e inovar são regras do jogo.

 

 

No entanto, é um erro acreditar que apenas startups são capazes de enfrentar este novo ambiente. A disrupção digital permite também que empresas tradicionais superem seus limites e cruzem as barreiras da indústria aproveitando, inclusive, a base de clientes, pessoas, conhecimentos, infraestrutura e tecnologia que possuem, criando novas oportunidades ou, até mesmo, novos negócios. Nesta hipótese, o seu tamanho e vigor podem ser uma vantagem competitiva, quando aproveitados de forma inteligente.

 

Porém, tudo isso vai de encontro à estrutura de funcionamento dessas organizações que, na sua grande maioria, têm modelos de negócios engessados, estruturados em hierarquias e cargos, centralizados no topo e focados na execução (eficiência). Muito enraizadas no sucesso do passado, foram concebidas para serem máquinas confiáveis e previsíveis. Extremamente tradicionais e conservadoras, apresentam dificuldade para experimentações e mudanças, além de considerar as pessoas como meras peças ou engrenagens da máquina.

 

Na busca por transformações que tragam agilidade e inovação, algumas dessas empresas, que chamamos de empresas tradicionais, trilham caminhos que lhes parecem mais lógicos como, por exemplo, buscar inspiração nas empresas de tecnologia. Elas imaginam que assim, em um passe de mágica, serão velozes como a Google, capazes de gerar experiências como a Apple e entender de clientes como a Amazon.

 

Lamento informar, mas o desafio é grande e a estrada será longa!

 

 

 

 

 

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